Oops! Saudações galera! Esta semana estarei postando um vídeo, que por sinal, gosto muito e espero que também gostem, embora muitas vezes a paciência não permita que vocês o vejam (rsrs...), mas de qualquer maneira o vídeo estará aqui.
(s)AINT é a sétima faixa do quinto álbum de estúdio, The Golden Age of Grotesque . Foi gravado em dois locais da Califórnia entre 2002 e 2003: no próprio Manson Doppelherz estúdio em Hollywood e na Sala Mix em Burbank, e foi lançado em 5 de maio de 2003. Outra curiosidade do vídeo é que o mesmo causou polêmica em vários países, fazendo com que fosse banido devido seu assunto altamente explícito. Estou fazendo um outro vídeo, dessa vez com a legenda incluída para que possam avaliar melhor o trabalho de Manson, até o próximo vídeo.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Igualdade Imposta
| Precisa-se aniquilar todos os valores de fora para dentro, nivelá-los ao vazio impessoal para que se possa falar da “igualdade entre todos os homens” como se faz comumente. A imposição desta igualdade é uma gritante forma de moralismo despótico – não parece haver melhor definição de injustiça que tratar os desiguais igualmente. |
| André Díspore Cancian |
O Deus das Lacunas
| Deus, a perfeição absoluta, criador da humanidade, do céu e da terra, do bem e do mal, de todas as coisas que nossa “vã sabedoria” ainda ignora e de todas as desgraças – mas ainda assim, ele é tão poderoso que consegue ser perfeitamente bondoso ao fazer o mal. Enfim, um ser fabuloso, gabado de ser onipresente, onisciente e onipotente que, entretanto, não parece conhecer outra morada além das lacunas de nosso conhecimento. Fernando Pessoa disse “Não acredito em Deus porque nunca o vi. Se ele quisesse que eu acreditasse nele, sem dúvida que viria falar comigo. E entraria pela minha porta dentro dizendo-me, aqui estou!”. Realmente, parece que Deus não existe – mas talvez isso seja ceticismo demais. Quem sabe ele não é apenas um pouco tímido. |
| André Díspore Cancian |
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O último dia na terra
Esperei tanto por este momento
Esperei tanto para ver vocês morrerem
Hoje eu estou alegre
Vocês eu não sei
Mas que pior de tudo venha à luta
Carregue todos para o inferno
Até eu poder estar sozinho
Hoje é o último dia na terra
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Morram, sofram, cometeram pecados ou não.
Hoje é o último dia na terra
O sou o cara lá de baixo
Rasgo a blibia
Pois hoje é o último dia na terra
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Blá, blá, blá
Esperei tanto para ver vocês morrerem
Hoje eu estou alegre
Vocês eu não sei
Mas que pior de tudo venha à luta
Carregue todos para o inferno
Até eu poder estar sozinho
Hoje é o último dia na terra
-------------------------------
Morram, sofram, cometeram pecados ou não
Hoje é o último dia na terra
O sou o cara lá de baixo
Rasgo a blibia
Pois hoje é o último dia na terra
-------------------------------------
Agora quero ver vocês dizerem perdão
perdão, perdão, perdão, perdão, cale a boca
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Morram, sofram, cometeram pecados ou não
Hoje é o último dia na terra
O sou o cara lá de baixo
Rasgo a bíblia
Pois hoje é o último dia na terra.
The last day on earth, Marilyn Manson
Um Pequeno Poema
INICIAÇÃO
Não dormes sob os ciprestes,
Pois não há sono no mundo.
O corpo é a sombra das vestes
Que encobrem teu ser profundo.
Vem a noite, que é a morte,
E a sombra acabou sem ser.
Vais na noite só recorte,
Igual a ti sem querer.
Mas na Estalagem do Assombro
Tiram-te os Anjos a capa.
Segues sem capa no ombro,
Com o pouco que te tapa.
Então Arcanjos da Estrada
Despem-te e deixam-te nu.
Não tens vestes, não tens nada:
Tens só teu corpo, que és tu.
Por fim, na funda caverna,
Os Deuses despem-te mais:
Teu corpo cessa, alma externa,
Mas vês que são teus iguais.
A sombra das tuas vestes
Ficou entre nós na Sorte.
Não 'stãs morto, entre ciprestes.
Neófito, não há morte.
Poemas Ocultitas, Fernando Pessoa
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